UNIDADE 1 – PRINCÍPIOS DE ECONOMIA

>> Principles of Economics Translated (em inglês, sem legendas)

Divertido vídeo do “Stand-up Economist” sobre os 10 princípios de Economia do livro de Gregory Mankiw.

UNIDADE 3 – CONTABILIDADE NACIONAL – PIB

>> IBGE – Contas Nacionais Brasileiras

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulga dados referentes às Contas Nacionais do Brasil.

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>> Veja.com – Seção Perguntas & Respostas – O que é PIB?

O site Veja.com fez um resumo básico, em formato de perguntas e respostas, para explicar o que é e como é mensurado o Produto Interno Bruto (PIB) de um país.

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UNIDADE 4 – ECONOMIA MONETÁRIA

>> Veja.com – Seção Perguntas & Respostas – O que é Inflação?

O site Veja.com fez um resumo básico, em formato de perguntas e respostas, para explicar a Inflação, suas causas, sua mensuração e como é feito o combate a ela.

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>> Veja.com – Seção Perguntas & Respostas – O que é Taxa de Juros?

O site Veja.com fez um resumo básico, em formato de perguntas e respostas, para explicar as taxas de juros e o sistema monetário no Brasil.

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>> Banco Central do Brasil: Definição e Histórico do Copom

O Comitê de Política Monetária (Copom) foi criado pelo Banco Central do Brasil (BCB) em 1996, para estabelecer gerenciar alguns aspectos da política monetária no país. Este breve texto do BCB explica o que é o Copom, quais são seus objetivos e como ele funciona.

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>> Inflação no Brasil – 2011: entrevista com Guido Mantega, Ministro da Fazenda

>> Plano Real

O então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso explica como funcionaria o Plano Real, primeiro plano de combate à inflação com efeitos positivos duradouros desde a aceleração inflacionária da década de 1980.

>>>  Infográfico: Macroeconomia

Estude os efeitos de políticas fiscais, cambiais e monetárias sobre a inflação, balança comercial, dívida pública e PIB.

https://almanaque.abril.com.br/infograficos/macroeconomia

UNIDADE 5 – MACROECONOMIA E TEORIA ECONÔMICA

>> Veja.com – Seção Perguntas & Respostas – O que é Recessão Econômica?

O site Veja.com fez um resumo básico, em formato de perguntas e respostas, para explicar as recessões econômicas.

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>> Fear the Boom & Burst (Tema a Expansão e a Recessão)

Na 5ª unidade do curso, aprendemos um pouco de teoria econômica. John M. Keynes e F. A. Hayek são alguns dos mais importantes economistas da história. O primeiro, economista inglês que revolucionou a Ciência Econômica por volta dos anos 1930 com seu trabalho, demonstrou de que maneira a economia não se equilibra tão facilmente quanto acreditavam seus antecessores, além de apresentar todo um receituário que, até hoje, é usado por governos do mundo inteiro, para tirar seus países das recorrentes crises capitalistas. O segundo, economista de origem austríaca que elaborou a mais contundente crítica às teorias keynesianas, inaugurou um debate profundo que se estende até os dias de hoje nos meios acadêmicos e governamentais. O vídeo a seguir é uma criação bem-humorada que trabalha com o confronto das ideias dos dois pensadores, em ritmo de rap.

Keynes vs. Hayek, segunda parte:

[http://www.youtube.com/watch?v=ELVbEG5qjVI]

>>> Economia – O jogo da política monetária

http://www.ecb.europa.eu/ecb/educational/economia/html/index.pt.html

UNIDADE 6 – ECONOMIA INTERNACIONAL

>> BCB – Dados sobre o Balanço de Pagamentos brasileiro

O site do Banco Central do Brasil divulga dados referentes ao Balanço de Pagamentos brasileiro de 1947 até os dias atuais.

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>> Paul Krugman: como puderam os economistas errar tanto?

Em breve texto, o prêmio Nobel de Economia Paul Krugman discute algumas questões interessantes a respeito da crise econômica mundial de 2008-2009. Veja um trecho do texto abaixo. Para ler o texto inteiro, clique no link a seguir.

Confundindo beleza com verdade É difícil acreditar agora, mas pouco tempo atrás os economistas estavam parabenizando a si mesmos pelo sucesso da própria profissão. Este – suposto – sucesso era tanto teórico quanto prático, proporcionando à profissão uma era dourada.

Do ponto de vista teórico, eles pensaram ter resolvido suas disputas internas. Assim, num estudo publicado em 2008 intitulado “O estado da macro” (ou seja, a macroeconomia, o estudo de questões econômicas mais amplas, como as recessões por exemplo), Olivier Blanchard do MIT, atual economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, declarou que teríamos chegado a uma “ampla convergência de visões”.

(…) No ano passado (2008), tudo desabou.

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>> Veja.com – Seção Perguntas & Respostas – O que é a Rodada Doha de Comércio?

O site Veja.com fez um resumo básico, em formato de perguntas e respostas, para explicar o comércio internacional e as rodadas de negociação no âmbito da Organização Mundial do Comércio.

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UNIDADE 7 – CRESCIMENTO ECONÔMICO E ECONOMIA BRASILEIRA

>> Hans Rosling’s 200 Countries 200 Years – The Joy of Stats – BBC Four

O último conteúdo ministrado na disciplina – a lista 7 – trata de algumas das mais instigantes questões que a Ciência Econômica vem tentando resolver desde os seus primórdios. Por que existem países mais ricos e desenvolvidos que outros? Por que existe tanta desigualdade entre os habitantes de um mesmo país? Como os governos dos países menos favorecidos devem proceder para colocar suas nações nos trilhos da prosperidade?

O vídeo abaixo é parte de um documentário produzido pela BBC e traz informações estatísticas a respeito do desenvolvimento dos países do mundo ao longo dos últimos 200 anos de maneira bem criativa e original. Não havia versão legendada disponível na internet, portanto, ficou a cargo da IeMonit a tradução e produção das legendas. Esperamos que gostem!

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>> O que a China e a Coreia têm (e nós não) – Maílson da Nóbrega (Revista VEJA, 17/01/2011)

O ex-ministro da Fazenda do governo Sarney discute o desenvolvimento econômico na China e na Coreia, comparando-o ao Brasil. Veja um trecho do texto abaixo. Para ler o texto inteiro, clique no link a seguir.

(…) A substituição de importações gerou industrialização ineficiente e uma cultura favorável ao protecionismo. A modernização de muitos segmentos da indústria brasileira somente se acelerou quando se tornou necessário enfrentar a abertura da economia. Aqui se negligenciou a educação, pois ela seria efeito e não causa do desenvolvimento. (…)

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